terça-feira, 13 de novembro de 2007

Cortes de cabelo assimétricos são a tendência para o verão 2008

Cortes de cabelo assimétricos são a tendência para o verão 2008
Tons dégradés também estão em alta na temporada. Cabeleireiros dão dicas para os diferentes tipos de rosto.

Mauro Nascimento
Lisos ou cacheados, para pessoas clássicas ou modernas, a palavra de ordem para o verão 2008 quando o assunto é cabelo é assimetria. A tendência vale tanto para as formas dos cortes quanto para as cores das madeixas, garantem os cabeleireiros mais badalados do mercado.

“É importante descobrir o que combina com a gente. Não adianta só fazer um corte que combine com o tipo de rosto da pessoa e não tem nada a ver com o guarda roupa dela e seu estilo. O ideal é que a pessoa não fuja da sua base natural”, aconselha Rudi Werner, dono da rede de salões carioca que leva seu sobrenome. Às mulheres mais clássicas, que não gostam de desconstruir a forma do cabelo como um todo, ele sugere um clássico-moderno, com base inteira e repicado só nas pontas. Nos tons, uma boa pedida são os dégradés dois ou três tons abaixo da cor original.

Saiba mais

Rio x SP
Rixa cariocas X paulistas à parte, Werner dá a dica que acompanha o tipo de vida nas duas cidades. “O Rio é uma cidade mais despojada e o carioca mais leve e mais descontraído, pode abusar dos assimétricos. São Paulo já combina mais com os clássicos, é uma cidade mais clássica, que pode contrastar bases escuras com pontas claras”, compara ele. No Rio para o Hair Beauty Spa Show, que terminou na segunda-feira (12), o inglês Antony Licata, da Mahogany International Academy, diz que os cabelos desfiados, se bem cortados, são uma boa solução para as brasileiras, que costumam ter fios muitos volumosos.

“Você tem como cortar mais curto embaixo, tirando um pouco do volume, e deixar as mechas grandes por cima para compor o corte”, ensina ele, que depois de explorar modelos desfiados em forma de triângulo, trabalha com o repicado em retângulos ou em ‘L’.


Mauro Nascimento
A dica para seu tipo de rosto
Instrutor da escola de cabeleireiros do Senac, César Ney Eckhardt não só reafirma a tese de Antony, como vai além: “A tendência de despadronização, que funciona tanto para aumentar volume, quanto para diminuí-lo, serve para todos os tipos de cabelo.” Para rostos redondos, ele sugere cortes que deixem os fios se alongarem para dentro do rosto. “Se quero alongar, posso ter uma franja ou repicar na parte superior”, diz ele, que dá outra sugestão para quem possui o rosto mais comprido, em forma oval ou retangular. “Nesse caso você pode alargar a forma do cabelo. A altura do corte deve estar entre o queixo e o pescoço e uma boa opção é um corte com volume nas laterais para fazer um eixo equilibrado”, completa Eckhardt, avisando que mulheres com pescoço muito curto não devem usar muito comprimento nas madeixas. Para adaptar o modelo que você viu na TV ou na revista para o seu biotipo, Eckhardt lembra que fotos e uma boa conversa com o cabeleireiro antes do corte valem ouro. “Com isso, a cliente abre o espaço para o cabeleireiro entender o que ela quer, adaptar ao tipo de cabelo dela e de seu rosto e não frustrá-la”, dá a dica. Cortes de cabelo assimétricos são a tendência para o verão 2008
Tons dégradés também estão em alta na temporada. Cabeleireiros dão dicas para os diferentes tipos de rosto.

Mauro Nascimento
Lisos ou cacheados, para pessoas clássicas ou modernas, a palavra de ordem para o verão 2008 quando o assunto é cabelo é assimetria. A tendência vale tanto para as formas dos cortes quanto para as cores das madeixas, garantem os cabeleireiros mais badalados do mercado.


“É importante descobrir o que combina com a gente. Não adianta só fazer um corte que combine com o tipo de rosto da pessoa e não tem nada a ver com o guarda roupa dela e seu estilo. O ideal é que a pessoa não fuja da sua base natural”, aconselha Rudi Werner, dono da rede de salões carioca que leva seu sobrenome. Às mulheres mais clássicas, que não gostam de desconstruir a forma do cabelo como um todo, ele sugere um clássico-moderno, com base inteira e repicado só nas pontas. Nos tons, uma boa pedida são os dégradés dois ou três tons abaixo da cor original.

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Rio x SP
Rixa cariocas X paulistas à parte, Werner dá a dica que acompanha o tipo de vida nas duas cidades. “O Rio é uma cidade mais despojada e o carioca mais leve e mais descontraído, pode abusar dos assimétricos. São Paulo já combina mais com os clássicos, é uma cidade mais clássica, que pode contrastar bases escuras com pontas claras”, compara ele. No Rio para o Hair Beauty Spa Show, que terminou na segunda-feira (12), o inglês Antony Licata, da Mahogany International Academy, diz que os cabelos desfiados, se bem cortados, são uma boa solução para as brasileiras, que costumam ter fios muitos volumosos.

“Você tem como cortar mais curto embaixo, tirando um pouco do volume, e deixar as mechas grandes por cima para compor o corte”, ensina ele, que depois de explorar modelos desfiados em forma de triângulo, trabalha com o repicado em retângulos ou em ‘L’.


Mauro Nascimento
A dica para seu tipo de rosto
Instrutor da escola de cabeleireiros do Senac, César Ney Eckhardt não só reafirma a tese de Antony, como vai além: “A tendência de despadronização, que funciona tanto para aumentar volume, quanto para diminuí-lo, serve para todos os tipos de cabelo.” Para rostos redondos, ele sugere cortes que deixem os fios se alongarem para dentro do rosto. “Se quero alongar, posso ter uma franja ou repicar na parte superior”, diz ele, que dá outra sugestão para quem possui o rosto mais comprido, em forma oval ou retangular. “Nesse caso você pode alargar a forma do cabelo. A altura do corte deve estar entre o queixo e o pescoço e uma boa opção é um corte com volume nas laterais para fazer um eixo equilibrado”, completa Eckhardt, avisando que mulheres com pescoço muito curto não devem usar muito comprimento nas madeixas. Para adaptar o modelo que você viu na TV ou na revista para o seu biotipo, Eckhardt lembra que fotos e uma boa conversa com o cabeleireiro antes do corte valem ouro. “Com isso, a cliente abre o espaço para o cabeleireiro entender o que ela quer, adaptar ao tipo de cabelo dela e de seu rosto e não frustrá-la”, dá a dica.

Aluna de comunicação vence EstiloPUC



Aluna de comunicação vence EstiloPUC
Segundo a morena de olhos verdes, Gabriela Machado, seu estilo é 'tie-dye futurista'. Disputa foi acirrada, explicaram os jurados.

Da redação G1, no Rio
Gabriela Machado, 22 anos, ganhou o concurso EstiloPUC. Veja galeria de fotos (Foto: Mauro Nascimento/G1)
Muita ansiedade, correria nos bastidores e presença de mães e pais. O concurso EstiloPUC parou a universidade católica do Rio de Janeiro na tarde desta segunda-feira (12), na Gávea, Zona Sul da cidade.

Veja fotos das finalistas

Com DJ, assentos estilizados feitos com material reciclado e uma passarela com tapete vermelho, cerca de 600 alunos e professores lotaram o espaço reservado para o evento. Vinte meninas disputaram a vaga de aluna mais estilosa da universidade.

Gabriela Machado, olhos verdes, 9º período da comunicação, levou o troféu. Seu estilo? "Tie-dye futurista", segundo ela, um tipo de tingimento que dá efeito manchado na roupa muito usada pelos hippies dos anos 70 com toques de modernidade.Os sete jurados que receberam a missão de escolher a melhor "filha" da PUC, fizeram um balanço do desfile e disseram que a disputa foi muito acirrada. Quem ousou e se arriscou, segundo eles, levou a melhor. É o caso da estudante Karine Botelho, 21 anos, 6º período de administração, que desfilou de chapéu e conquistou o terceiro lugar.

“Eu me senti uma estrela. Pelo menos uma vez na vida a gente tem que se sentir assim. E foi esse momento que escolhi”, contou com um sorriso largo e com o sotaque baiano de sua terra natal. Cada candidata fez duas entradas na passarela e algumas conseguiram arrancar aplausos entusiasmados dos rapazes com paradinhas e sorrisos maliciosos. Os jurados, formados por professores e pessoas ligadas à moda, como estilistas e bookers, analisaram as meninas pelo estilo das roupas e pela desenvoltura na passarela.

Jornalista ambiental

Da redação G1, no Rio
Da esquerda para a direita, Karine Botelho, que ficou em terceiro, Solange Mussi, segunda colocada e Gabriela Machado, a grande campeã (Foto: Mauro Nascimento/G1)
A campeã Gabriela demonstrou estar à vontade com seu novo status. Sem qualquer timidez, ela se sentou na entrada da passarela e fez pose, caras e bocas para fotógrafos e jornalistas. São os 15 minutos de fama da jovem que deseja ser jornalista ambiental e viajar muito.

Carioca de 22 anos, com vários dreads no cabelo, ela contou que sempre adorou moda e que sua mãe chegou a trabalhar no ramo como produtora. “Eu adoro tudo isso. A moda é uma expressão de opinião. Aos 15 anos cheguei a pensar em ser modelo, mas depois desencanei totalmente. Mulheres gostam de se produzir. Está no universo coletivo da mulher”, teorizou a estudante que se definiu como uma pessoa “infinita, que busca perguntas maiores e escolhe roupas como a busca de uma inquietude” particular.
Polêmica na platéia
Escondido no meio da multidão, o pai dos organizadores Pedro e Philippe Perdigão, não se continha. Orgulhoso com o sucesso dos seus filhos, Fenelon Perdigão assistiu ao desfile impressionado com a estrutura e a capacidade de organização da sua cria. “Eu vim escondido. Estou impressionado com a capacidade que eles tiveram de juntar tudo isso. Mobilizar tanta coisa e tanta gente”, disse. As alunas do 1º período de design, Ingrid Kraus e Carolina Koeler, ficaram admiradas com o desfile. Elas contaram que nos últimos dias o assunto principal da universidade era o concurso. “Nunca teve isso antes. É muito legal. Os garotos que organizaram mandaram muito bem. Eles pararam a PUC. Os professores nem cobraram chamada hoje. Está todo mundo acreditando nesse evento.”

Os insatisfeitos

Da redação G1, no Rio
'Sou mais eu' e 'Nota zero' escritos em folhas de papel improvisadas eram mostradas a cada candidata que entrava na passarela. Um protesto bem humorado sobre a beleza das concorrentes (Foto: Mauro Nascimento/G1)
A julgar pelo burburinho dos espectadores, entretanto, muita gente não aprovou a iniciativa. Alguns universitários reclamavam que o tema é fútil, que as meninas não são as mais bonitas e nem representam o que é ser realmente uma “puquiana”. Outros ainda acusaram os organizadores de usarem o evento como desculpa para não estudar. “Eu acho que esse evento não acrescenta em nada. Não participaria de jeito nenhum, mas estou curiosa para ver”, confessou a estudante do 2º período de comunicação, Nalita Campos, 18 anos. Nathalia Fernandes, 20 anos, no 3º período também da comunicação, preferiu não participar e não acredita que as meninas que desfilaram representem bem o estilo da sua universidade. “Temos alunas muito mais bonitas do que essas. Se você vier aqui num dia normal você vai ver pelo menos umas 20 mais bonitas. Essa história de estilo não existe. Ninguém está votando pelo estilo. Todo mundo quer saber e opinar quem é a mais bonita”, sentenciou.

Saiba mais
» EstiloPUC divulga nomes das 20 finalistas em noite de festa
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O concurso
O concurso foi criado por três alunos da universidade que, durante uma noite de boemia, decidiram premiar a estudante mais estilosa da PUC. Pedro Bahia e os irmãos Pedro e Phillipe Perdigão, os organizadores do evento, disseram que a beleza das candidatas não teve peso na escolha final.

No total, 35 alunas da PUC-Rio participaram da seleção que teve como slogan: “já pensou em ser premiada por ser simplesmente você?”

Na primeira seletiva, sobraram 20 que foram selecionadas por meio de uma votação na internet. O curso de comunicação social é o que teve o maior número de representantes, com 15 candidatas, seguido de design, com dez participantes.

As finalistas ganharam roupas das grifes patrocinadoras do evento. As três primeiras colocadas foram premiadas com peças especiais, além de bolsa integral por seis meses em centro de dança. A grande vencedora ganhou contrato e book com a agência 40 Graus Models. Segundo Pedro Perdigão, pode acontecer de a agência se interessar por outras candidatas e chamá-las também.
Segundo a morena de olhos verdes, Gabriela Machado, seu estilo é 'tie-dye futurista'. Disputa foi acirrada, explicaram os jurados.

Da redação G1, no Rio
Gabriela Machado, 22 anos, ganhou o concurso EstiloPUC. Veja galeria de fotos (Foto: Mauro Nascimento/G1)
Muita ansiedade, correria nos bastidores e presença de mães e pais. O concurso EstiloPUC parou a universidade católica do Rio de Janeiro na tarde desta segunda-feira (12), na Gávea, Zona Sul da cidade.

Veja fotos das finalistas

Com DJ, assentos estilizados feitos com material reciclado e uma passarela com tapete vermelho, cerca de 600 alunos e professores lotaram o espaço reservado para o evento. Vinte meninas disputaram a vaga de aluna mais estilosa da universidade.

Gabriela Machado, olhos verdes, 9º período da comunicação, levou o troféu. Seu estilo? "Tie-dye futurista", segundo ela, um tipo de tingimento que dá efeito manchado na roupa muito usada pelos hippies dos anos 70 com toques de modernidade.Os sete jurados que receberam a missão de escolher a melhor "filha" da PUC, fizeram um balanço do desfile e disseram que a disputa foi muito acirrada. Quem ousou e se arriscou, segundo eles, levou a melhor. É o caso da estudante Karine Botelho, 21 anos, 6º período de administração, que desfilou de chapéu e conquistou o terceiro lugar.

“Eu me senti uma estrela. Pelo menos uma vez na vida a gente tem que se sentir assim. E foi esse momento que escolhi”, contou com um sorriso largo e com o sotaque baiano de sua terra natal. Cada candidata fez duas entradas na passarela e algumas conseguiram arrancar aplausos entusiasmados dos rapazes com paradinhas e sorrisos maliciosos. Os jurados, formados por professores e pessoas ligadas à moda, como estilistas e bookers, analisaram as meninas pelo estilo das roupas e pela desenvoltura na passarela.

Jornalista ambiental

Da redação G1, no Rio
Da esquerda para a direita, Karine Botelho, que ficou em terceiro, Solange Mussi, segunda colocada e Gabriela Machado, a grande campeã (Foto: Mauro Nascimento/G1)
A campeã Gabriela demonstrou estar à vontade com seu novo status. Sem qualquer timidez, ela se sentou na entrada da passarela e fez pose, caras e bocas para fotógrafos e jornalistas. São os 15 minutos de fama da jovem que deseja ser jornalista ambiental e viajar muito.

Carioca de 22 anos, com vários dreads no cabelo, ela contou que sempre adorou moda e que sua mãe chegou a trabalhar no ramo como produtora. “Eu adoro tudo isso. A moda é uma expressão de opinião. Aos 15 anos cheguei a pensar em ser modelo, mas depois desencanei totalmente. Mulheres gostam de se produzir. Está no universo coletivo da mulher”, teorizou a estudante que se definiu como uma pessoa “infinita, que busca perguntas maiores e escolhe roupas como a busca de uma inquietude” particular.
Polêmica na platéia
Escondido no meio da multidão, o pai dos organizadores Pedro e Philippe Perdigão, não se continha. Orgulhoso com o sucesso dos seus filhos, Fenelon Perdigão assistiu ao desfile impressionado com a estrutura e a capacidade de organização da sua cria. “Eu vim escondido. Estou impressionado com a capacidade que eles tiveram de juntar tudo isso. Mobilizar tanta coisa e tanta gente”, disse. As alunas do 1º período de design, Ingrid Kraus e Carolina Koeler, ficaram admiradas com o desfile. Elas contaram que nos últimos dias o assunto principal da universidade era o concurso. “Nunca teve isso antes. É muito legal. Os garotos que organizaram mandaram muito bem. Eles pararam a PUC. Os professores nem cobraram chamada hoje. Está todo mundo acreditando nesse evento.”

Os insatisfeitos

Da redação G1, no Rio
'Sou mais eu' e 'Nota zero' escritos em folhas de papel improvisadas eram mostradas a cada candidata que entrava na passarela. Um protesto bem humorado sobre a beleza das concorrentes (Foto: Mauro Nascimento/G1)
A julgar pelo burburinho dos espectadores, entretanto, muita gente não aprovou a iniciativa. Alguns universitários reclamavam que o tema é fútil, que as meninas não são as mais bonitas e nem representam o que é ser realmente uma “puquiana”. Outros ainda acusaram os organizadores de usarem o evento como desculpa para não estudar. “Eu acho que esse evento não acrescenta em nada. Não participaria de jeito nenhum, mas estou curiosa para ver”, confessou a estudante do 2º período de comunicação, Nalita Campos, 18 anos. Nathalia Fernandes, 20 anos, no 3º período também da comunicação, preferiu não participar e não acredita que as meninas que desfilaram representem bem o estilo da sua universidade. “Temos alunas muito mais bonitas do que essas. Se você vier aqui num dia normal você vai ver pelo menos umas 20 mais bonitas. Essa história de estilo não existe. Ninguém está votando pelo estilo. Todo mundo quer saber e opinar quem é a mais bonita”, sentenciou.

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O concurso
O concurso foi criado por três alunos da universidade que, durante uma noite de boemia, decidiram premiar a estudante mais estilosa da PUC. Pedro Bahia e os irmãos Pedro e Phillipe Perdigão, os organizadores do evento, disseram que a beleza das candidatas não teve peso na escolha final.

No total, 35 alunas da PUC-Rio participaram da seleção que teve como slogan: “já pensou em ser premiada por ser simplesmente você?”

Na primeira seletiva, sobraram 20 que foram selecionadas por meio de uma votação na internet. O curso de comunicação social é o que teve o maior número de representantes, com 15 candidatas, seguido de design, com dez participantes.

As finalistas ganharam roupas das grifes patrocinadoras do evento. As três primeiras colocadas foram premiadas com peças especiais, além de bolsa integral por seis meses em centro de dança. A grande vencedora ganhou contrato e book com a agência 40 Graus Models. Segundo Pedro Perdigão, pode acontecer de a agência se interessar por outras candidatas e chamá-las também.

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